6 Maneiras Naturais de Manter o Seu Cólon Saudável
O cĂłlon Ă© um ĂłrgĂŁo incrĂvel que compoe 1/5 do nosso trato digestivo. Ele ajuda a absorver vitaminas como a B12; criar nutrientes como a vitamina K, biotina, e ĂĄcidos graxos de cadeia curta; regular ĂĄgua e eletrĂłlitos na nossa corrente sanguĂnea e eliminar os subprodutos do metabolismo celular e da produção de hormĂŽnios.
PorĂ©m, se vocĂȘ tem dĂșvidas sobre o cĂłlon, nĂŁo estĂĄ sozinho(a). A maioria das pessoas nunca pensou sobre as diversas funçÔes que o cĂłlon executa para a nossa saĂșde todos os dias. VocĂȘ sabia, por exemplo, que o cĂłlon e suas funçÔes ajudam a regular a saĂșde dos ossos, imunidade, coagulação sanguĂnea e muito mais?
Neste artigo, abordaremos o que Ă© o cĂłlon, como ele impacta a saĂșde e como vocĂȘ pode mantĂȘ-lo saudĂĄvel com a nutrição, mudanças de estilo de vida e exames regulares.
ââââAnatomia e Função do CĂłlon
O cĂłlon Ă© um tubo oco de tecido muscular que tem aproximadamente 150 centĂmetros de comprimento em um adulto mĂ©dio. Este tubo Ă© dividido em diversas regiĂ”es: o ceco e a vĂĄlvula ileocecal, o cĂłlon ascendente, cĂłlon transverso, cĂłlon descendente e cĂłlon sigmoide, que termina no reto.
Cada parte do cĂłlon tem um papel diferente na saĂșde humana. A anatomia de cada parte do cĂłlon dĂĄ a ele habilidades especiais. Por exemplo, o cĂłlon ascendente, transverso e descendente contĂȘm cĂąmaras chamadas de haustra, que parecem pequenos bolsos. A palavra haustra vem da palavra do latim "recipiente" ou "balde" - Ă© isso que elas parecem! A haustra armazena a mistura de ĂĄgua e alimentos digeridos que vem do intestino delgado por periodos longos o suficiente para que a membrana do cĂłlon extraia os nutrientes que precisa, antes de permitir que o alimento se mova atravĂ©s do resto do colon e para fora do corpo em forma de fezes.
A haustra também abriga bactérias e outros microrganismos que ajudam a extrair nutrientes dos alimentos. Certas bactérias, por exemplo, produzem biotina e vitamina K a partir dos alimentos que consumimos. Outras bactérias fermentam fibras para produzir åcidos graxos de cadeia curta como o butirato, que por sua vez abastecem o metabolismo celular na membrana do cólon.
Cada haustro Ă© recoberto com uma mucosa absortiva composta de cĂ©lulas chamadas colonĂłcitos. Os colonĂłcitos ajudam a regular o potĂĄssio, sĂłdio, ĂĄgua, cloro, bicarbonato e outras concentraçÔes de eletrĂłlitos tanto dentro quanto fora do cĂłlon. Isso, por sua vez, ajuda a regular o equilĂbrio de eletrĂłlitos na nossa corrente sanguĂnea.
Se formos seguindo o cĂłlon ascendente, transverso e descendente, poderemos ver a primeira parte do cĂłlon, chamada de ceco. Ele Ă© localizado logo acima do osso direito do quadril, e vocĂȘ pode atĂ© ser capaz de sentĂ-lo e movĂȘ-lo quando estiver cheio de alimentos digeridos. A sensação Ă© de que seria um pequeno balĂŁo de ĂĄgua quando estĂĄ muito cheio.
O ceco Ă© ligado ao apĂȘndice e contĂ©m uma valvula que permite que os alimentos digeridos passem do intestino delgado para a corrente sanguinea. Ela Ă© chamada de vĂĄlvula ileocecal e Ă© uma regiĂŁo de dois importantes processos no corpo. Primeiro, Ă© onde a nossa vitamina B12 Ă© absorvida se tivermos um intestino saudĂĄvel. Segundo, Ă© uma importante parada que previne o fluxo contrĂĄrio de itens do intestino grosso para o intestino delgado. Abordaremos mais na seção de distĂșrbios do cĂłlon, mas saiba que quando essa vĂĄlvula nĂŁo funciona adequadamente, vocĂȘ nĂŁo se sentirĂĄ bem e terĂĄ mais possibilidade de apresentar algo chamado supercescimento bacteriano do intestino delgado (SIBO), entre outros problemas.
Como vocĂȘ pode ver, o cĂłlon tem muitas partes, camadas e estruturas anatĂŽmicas que ajudam a executar cada uma de suas importantes funçÔes.
âââComo o CĂłlon Tem Impacto Sobre a SaĂșde Humana da Modo Geral
O cĂłlon Ă© responsĂĄvel pela absorção e produção de nutrientes, bem como pela eliminação de dejetos do corpo. Dizer que esses processos sĂŁo cruciais para a saĂșde humana Ă© subestimĂĄ-los completamente!
O CĂłlon Ajuda a Produzir Vitamina K e Biotina
O cĂłlon Ă© o lar de muitas bacterias que produzem vitamina K e biotina a partir dos alimentos que consumimos.A Vitamina K Ă© necessĂĄria para a sĂntese de diversos fatores de coagulação, que ajudam nosso sangue a formar casquinhas e parar o sangramento quando ocorre uma lesĂŁo. Certas formas de vitamina K (como a K2) tambĂ©m estĂŁo envolvidas na renovação dos ossos e metabolismo de cĂĄlcio. Quando fontes alimentares de vitamina K (como o natto e vegetais verdes folhosos) sĂŁo consumidos de forma inadequada na dieta, a produção de vitamina K por bactĂ©rias se torna importante para prevenir sintomas de deficiĂȘncias nutricionais.
Abiotina Ă© necessĂĄria para o controle da glicose sanguinea e saĂșde dos cabelos, pele, unhas e para a manutenção adequada do zinco. Similar Ă vitamina K, ela Ă© produzida por bactĂ©rias no cĂłlon e pode ajudar a cobrir as lacunas quando o consumo nutricional de biotina Ă© insuficiente. A deficiĂȘncia de biotina pode levar a erupçÔes de pele, depressĂŁo, convulsĂ”es, perda de cabelo, problemas nas unhas e muito mais.
Por todos estes motivos, queremos um cólon que contenha bactérias saudåveis em quantidade suficiente.
Absorção de Minerais e Fluidos
O cĂłlon ajuda a regular a hidratação ao absorver ĂĄgua dos alimentos que consumimos. AlĂ©m disso, a membrana do cĂłlon puxa eletrĂłlitos como o potĂĄssio, calcio, sĂłdio, cloro e outros dos alimentos para a nossa corrente sanguĂnea. Estes minerais sĂŁo usados para criar eletricidade no nosso sistema nervoso, catalisar reaçÔes enzimĂĄticas que geram energia celular e manter o equilibrio de fluidos e da pressao arterial no nosso sistema cardiovascular. VocĂȘ pode imaginar que a deficiĂȘncia de um dos minerais - seja devido a mĂĄ nutrição ou a uma saĂșde ruim do cĂłlon - pode ter um impacto poderoso, profundo e de amplo impacto no bem-estar geral, mas em particular para a saĂșde do coração e dos nervos.
Eliminação de Toxinas
Ăs vezes o que eu gostaria que mais pessoas soubessem sobre o corpo humano Ă© que, embora o fĂgado filtre toxinas da corrente sanguĂnea, Ă© na verdade o cĂłlon que elimina estas toxinas do corpo. Nosso fĂgado processa os dejetos das reaçÔes enzimĂĄticas no nosso corpo, coloca-o na digestĂŁo de fase 1 e fase 2 dos hepatĂłcitos e entĂŁo excreta os dejetos na bile, que Ă© entĂŁo excretada no trato digestivo. Estando no sistema digestivo, estas toxinas ligadas Ă bile se ligam Ă s fibras. A combinação de fibras e bile deve entĂŁo ser empacotada nas fezes quando atinge o cĂłlon, e entĂŁo excretada rotineiramente (pelo menos uma vez ao dia) para manter a carga tĂłxica do fĂgado baixa. Quando seu cĂłlon estĂĄ saudĂĄvel e vocĂȘ consome os alimentos certos, isso acontece naturalmente.
ââââO Que Pode Dar Errado na SaĂșde do CĂłlon
Doenças Inflamatórias Intestinais (IBD)
A doença de Crohn e a colite ulcerativa sĂŁo condiçÔes inflamatĂłrias que afetam as membranas do cĂłlon. Isso pode levar a Ășlceras, sangramento, mĂĄ absorção de nutrientes, dores e mais. Quando as membranas do cĂłlon ficam cronicamente inflamadas e danificadas, isso pode levar a deficiĂȘncias nutricionais ao longo do tempo. Estas condiçÔes tambĂ©m aumentam o risco de cĂąncer de cĂłlon se nĂŁo tratadas.
CĂąncer de CĂłlon
O cĂąncer colorretal Ă© o terceiro tipo de cĂąncer mais comum no mundo. Estima-se que dois milhĂ”es de pessoas ao redor do mundo tiveram cĂąncer de cĂłlon em 2020. Fatores de risco para o cĂąncer de cĂłlon incluem dietas pobres em fibras, inatividade, consumo de ĂĄlcool, estar acima do peso, e baixos nĂveis de vitamina D . Todos estes fatores de risco podem impactar a sĂntese de DNA no cĂłlon e outros tecidos. Como a produção e regulação anormal de DNA sĂŁo a causa principal do inĂcio e crescimento de tumores, manter a produção de DNA saudĂĄvel no cĂłlon Ă© importante.
Desmobilidade
Os mĂșsculos movem os alimentos atravĂ©s do cĂłlon se contraindo em movimentos regulares e trocando ĂĄgua e eletrĂłlitos com os tecidos vasculares ao redor. Este processo de mover alimentos atravĂ©s do intestino Ă© chamado de "motilidade". Quando a motilidade Ă© anormal, alimentos se movem atravĂ©s do cĂłlon muito rĂĄpido (o que resulta em diarreia), ou muito devagar (o que resulta em constipação). Podemos classificar o tempo anormal de trĂąnsito intestinal como "desmobilidade", o que significa movimentos anormais. Quando a desmobilidade se torna crĂŽnica, ela impacta a habilidade do cĂłlon de desempenhar suas funçÔes bĂĄsicas de produção e absorção de nutrientes e desintoxicação.
Disbiose e SIBO
O microbioma no intestino Ă© cuidadosamente equilibrado entre muitos tipos importantes de microrganismos, incluindo bactĂ©rias e leveduras. No geral, ter uma abundĂąncia de bactĂ©rias "boas" (tambĂ©m conhecidas como probiĂłticos) ajuda a prevenir o supercrescimento de bactĂ©rias e leveduras patogĂȘnicas ou oportunistas que causam problemas no intestino.
Existem diversos campos de estudo que focam no microbioma, e sĂŁo muitos estudos para ler e analisar! Eu simplifico isso para meus clientes ao explicar desta maneira: todas as bactĂ©rias sobrevivem usando combustĂveis. Elas produzem dejetos como parte do metabolismo celular. Alguns dos dejetos sĂŁo na verdade benĂ©ficos para a saĂșde humana. Outros dejetos, como metano e hidrogĂȘnio, podem causar problemas se forem produzidos em quantidades muito grandes para o nosso corpo lidar, ou se forem produzidos no lugar errado do corpo.
Em geral, queremos uma abundĂąncia de bactĂ©rias boas no intestino grosso, e queremos que estas bactĂ©rias fiquem lĂĄ e nĂŁo migrem para outros lugares. Ter um cĂłlon saudĂĄvel com uma valvula ileocecal saudĂĄvel Ă© essencial para prevenir a migração das bactĂ©rias do cĂłlon para lugares onde nĂŁo deveriam ir- como o intestino delgado. Quando as bactĂ©rias do cĂłlon migram para o intestino delgado, podemos ter sintomas como gases, inchaço, cĂłlicas, mĂĄ absorção de nutrientes, diarreia, constipação e muito mais. Coletivamente, este transtorno da microbiota e os sintomas que ele causa sĂŁo chamados de super crescimento bacteriano no intestino delgado ou SIBO. Se vocĂȘ nunca ouviu falar disso, considere-se com sorte! E agradeça ao seu cĂłlon por trabalhar para manter suas bactĂ©rias no lugar certo.
InfecçÔes
Ăs vezes um patĂłgeno passa a morar no cĂłlon e transforma um ĂłrgĂŁo que era saudĂĄvel em um foco de infecção. Muitas pessoas conhecem o C. diff,uma infecção perigosa que pode ser fatal se nĂŁo tratada. A melhor defesa contra infecçÔes no cĂłlon Ă© uma boa higiene da ĂĄgua e alimentos e um microbioma saudĂĄvel que possa combater microrganismos patogĂȘnicos quando encontrĂĄ-los. Explicarei abaixo como alcançar isso.
ââââ6 MĂ©todos Baseados em EvidĂȘncias Para Prevenir Problemas no Seu CĂłlon e Cuidar Dele a Longo Prazo
Cuidar do seu cĂłlon Ă© como cuidar de qualquer outra parte do seu corpo. Ele requer uma manutenção de rotina e uma abordagem baseada em evidĂȘncias. Embora vocĂȘ nĂŁo seja necessariamente capaz de "ver" os efeitos de cuidar do seu cĂłlon (jĂĄ que ele Ă© localizado internamente), serĂĄ capaz de "sentir" os efeitos na forma de uma digestĂŁo mais saudĂĄvel, movementos intestinais mais regulares e idas ao banheiro livres de sintomas.
AlĂ©m disso, cuidar do seu cĂłlon melhora a saĂșde de todos os outros sistemas do seu corpo, entĂŁo vocĂȘ pode esperar apreciar uma melhor saĂșde geral, pele mais uniforme, funcionamento saudĂĄvel do sistema nervoso e muito mais, por conta dos seus esforços. Veja algumas maneiras de cuidar do seu cĂłlon todos os dias.
1. Consuma Fibras Suficientes
Todas as publicaçÔes sobre a prevenção do cĂąncer de cĂłlon estabelecem que aumentar o consumo de fibras Ă© diretamente relacionado Ă amplificação da saĂșde do cĂłlon e diminuição do risco de cĂąncer colorretal. Isso porque as fibras ajudam a equilibrar o microbioma, aumentam a motilidade e fornecem a massa necessĂĄria para mover toxinas atravĂ©s do nosso cĂłlon e para fora do corpo. VocĂȘ deve ter como objetivo consumir pelo menos 25 gramas de fibras por dia para manter a boa saĂșde do cĂłlon. PopulaçÔes que consomem perto de 50 gramas por dia apresentam o risco mais baixo de cĂąncer de cĂłlon de qualquer grupo de pessoas no planeta.
2. Beba Ăgua
O intestino grosso estĂĄ constantemente combinando ĂĄgua, alimentos digeridos, fibras e eletrĂłlitos para formar as fezes. Sem ĂĄgua suficiente, as fezes nĂŁo conseguem se mover efetivamente atravĂ©s do cĂłlon e ficam presas. Isso Ă© conhecido por constipação. A constipação Ă© definida como menos de uma evacuação por dia, o que surpreende a maioria das pessoas! Tomar ĂĄgua suficiente todos os dias Ă© essencial para formar as fezes na consistĂȘncia certa, para que se movam facilmente atravĂ©s do seu cĂłlon de maneira regular. Se vocĂȘ Ă© como muitos dos meus clientes, poderĂĄ precisar de ajuda para lembrar de tomar bastante ĂĄgua. NĂŁo tenha medo de colocar alarmes no seu telefone, use garrafas de ĂĄgua que acendem - o que for preciso! VocĂȘ tambĂ©m pode consumir ĂĄgua atravĂ©s de bebidas saborosas como chĂĄs. Se vocĂȘ tem problemas nos rins ou outros problemas crĂŽnicos de saĂșde, pergunte ao seu mĂ©dico a quantidade de ĂĄgua certa para vocĂȘ.
3. ExercĂcios
Nossos corpos usam a musculatura no cĂłlon para mover as fezer numa taxa regular. Mas mexer o seu corpo tambĂ©m ajuda! Movimentos como caminhar, correr, pular e girar criam vibraçÔes no intestino que ajudam a manter uma taxa saudĂĄvel de motilidade. AlĂ©m disso, exercĂcios ajudam a aumentar os movimentos linfĂĄticos, que ajudam na desintoxicação. Faz sentido que estes estudos mostrem que a falta de movimento Ă© ligada a uma saĂșde ruim do cĂłlon a longo prazo. NĂŁo deixe isso acontecer com vocĂȘ!
4. Durma o Suficiente
O sono Ă© uma parte fundamental da saĂșde e jĂĄ foi demonstrado que a falta de sono aumenta o risco de colite e outros problemas no cĂłlon. Consulte seu mĂ©dico que vocĂȘ apresenta problemas para dormir o suficiente.
5. NĂŁo Fume ou Beba Demais
Fumar cigarros e consumir ĂĄlcool sĂŁo atividades ligadas ao aumento do risco de cĂąncer de cĂłlon e doenças inflamatĂłrias intestinais. Faça um plano com seu mĂ©dico para parar de fumar e se comprometa a consumir menos de trĂȘs bebidas alcĂłolicas por semana para melhorar a saĂșde do seu cĂłlon.
6. Faça Exames com FrequĂȘncia
Ă impossĂvel ver seu cĂłlon de fora, por isso Ă© tĂŁo importante visitar seu mĂ©dico regularmente e pedir para ele fazer testes simples que a tecnologia permitiu que desenvolvĂȘssemos para conferir a saĂșde do cĂłlon. Existem diversas opçÔes pra fazer isso, desde testes caseiros atĂ© colonoscopias. Seu mĂ©dico saberĂĄ o que vocĂȘ precisa, mas quero ter uma conversa real com vocĂȘ se estiver em casa lendo isso agora.
Colonoscopias sĂŁo seguras, eficientes e a Ășnica maneira de realmente enxergar dentro do cĂłlon e detectar problemas maiores como cĂąncer de cĂłlon cedo - antes que se tornem um risco de vida. Se seu mĂ©dico recomendou uma colonoscopia, faça. Estima-se que 53.000 irĂŁo morrer de cĂąncer colorretal nos Estados Unidos sĂł este ano. Muitas destas mortes poderiam ser prevenidas se fossem detectadas mais cedo com exames. Por favor, nĂŁo deixe de fazer seus exames. Ouça seu mĂ©dico quando ele disser que Ă© hora de uma colonoscopia. A preparação durante um dia todo para a colonoscopia Ă© desconfortĂĄvel? Com certeza. Mas tambem Ă© uma Ăłtima chance de limpar seu cĂłlon, fazer um detox natural e se certificar de que vocĂȘ nĂŁo estĂĄ com cĂąncer. Faça a sua colonoscopia conforme as orientaçÔes e continue a fazer regularmente se tiver mais de 50 anos. AlĂ©m disso, durma bem, tenha uma dieta saudĂĄvel repleta de fibras, pare de fumar, obtenha vitamina D suficiente, e faça exercĂcios. Seu cĂłlon e outros ĂłrgĂŁos irĂŁo agradecer por isso.
Em relação Ă saĂșde do cĂłlon e redução do risco de cĂąncer colorretal e outras doenças, vocĂȘ estĂĄ no banco do motorista! Espero que este artigo faça vocĂȘ se sentir empoderado(a) e motivado(a) a cuidar do seu cĂłlon e de todo o seu corpo usando opçÔes naturais e preventivas que sabemos que realmente funcionam.
ReferĂȘncias:
- Aune, D., et al. âDietary Fibre, Whole Grains, and Risk of Colorectal Cancer: Systematic Review and Dose-Response Meta-Analysis of Prospective Studies.â BMJ, vol. 343, no. nov10 1, 10 Nov. 2011, pp. d6617âd6617, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3213242/, 10.1136/bmj.d6617. Acessado em 1 de Março de 2021.
- Azzouz, Laura L, and Sandeep Sharma. âPhysiology, Large Intestine.â Nih.gov, StatPearls Publishing, 27 July 2020, www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK507857/#article-24030.r1. Acessado em 2 de Março de 2021.
- Braasch-Turi, Margaret, and Debbie C. Crans. âSynthesis of Naphthoquinone Derivatives: Menaquinones, Lipoquinones and Other Vitamin K Derivatives.â Molecules, vol. 25, no. 19, 29 Sept. 2020, p. 4477, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7582351/, 10.3390/molecules25194477. Acessado em 1 de Março de 2021.
- âCancer Today.â Iarc.fr, 2020, gco.iarc.fr/today/online-analysis-multi-bars?v=2020&mode=cancer&mode_population=countries&population=900&populations=900&key=asr&sex=0&cancer=39&type=0&statistic=5&prevalence=0&population_group=0&ages_group%5B%5D=0&ages_group%5B%5D=17&nb_items=10&group_cancer=1&include_nmsc=1&include_nmsc_other=1&type_multiple=%257B%2522inc%2522%253Atrue%252C%2522mort%2522%253Afalse%252C%2522prev%2522%253Afalse%257D&orientation=horizontal&type_sort=0&type_nb_items=%257B%2522top%2522%253Atrue%252C%2522bottom%2522%253Afalse%257D. Acessado em 1 de Março de 2021.
- âColon Cancer.â American Family Physician, vol. 97, no. 10, 2021, p. 658, www.aafp.org/afp/2018/0515/p658-s1.html. Acessado em 2 de Março de 2021.
- Dou, Ruoxu, et al. âVitamin D and Colorectal Cancer: Molecular, Epidemiological and Clinical Evidence.â British Journal of Nutrition, vol. 115, no. 9, 9 Mar. 2016, pp. 1643â1660, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4890569/, 10.1017/s0007114516000696. Acessado em 1 de Março de 2021.
- Litvak, Yael, et al. âColonocyte Metabolism Shapes the Gut Microbiota.â Science, vol. 362, no. 6418, 29 Nov. 2018, p. eaat9076, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6296223/, 10.1126/science.aat9076. Acessado em 1 de Março de 2021.
- Manson, JoAnn E., et al. âVitamin D Supplements and Prevention of Cancer and Cardiovascular Disease.â New England Journal of Medicine, vol. 380, no. 1, 3 Jan. 2019, pp. 33â44, pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30415629/, 10.1056/nejmoa1809944. Acessado em 1 de Março de 2021.
- âMicrobiota, Inflammation and Colorectal Cancer.â International Journal of Molecular Sciences, vol. 18, no. 6, 20 June 2017, p. 1310, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5486131/, 10.3390/ijms18061310. Acessado em 2 de Março de 2021.
- Mock, Donald M. âBiotin: From Nutrition to Therapeutics.â The Journal of Nutrition, vol. 147, no. 8, 12 July 2017, pp. 1487â1492, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5525106/, 10.3945/jn.116.238956. Acessado em 2 de Março de 2021.
- Mondul, Alison M, et al. âVitamin D and Cancer Risk and Mortality: State of the Science, Gaps, and Challenges.â Epidemiologic Reviews, vol. 39, no. 1, 1 Jan. 2017, pp. 28â48, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5858034/, 10.1093/epirev/mxx005. Acessado em 2 de Março de 2021.
- OâKeefe, Stephen J. D. âDiet, Microorganisms and Their Metabolites, and Colon Cancer.â Nature Reviews Gastroenterology & Hepatology, vol. 13, no. 12, 16 Nov. 2016, pp. 691â706, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6312102/#R26, 10.1038/nrgastro.2016.165. Acessado em 1 de Março de 2021.
- âOffice of Dietary Supplements - Vitamin K.â Nih.gov, 2017, ods.od.nih.gov/factsheets/vitaminK-HealthProfessional/. Acessado em 2 de Março de 2021.
- Ogawa, Youichi, et al. âBiotin Is Required for the Zinc Homeostasis in the Skin.â Nutrients, vol. 11, no. 4, 24 Apr. 2019, p. 919, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6520690/, 10.3390/nu11040919. Acessado em 2 de Março de 2021.
- Song, Mingyang, et al. âNutrients, Foods, and Colorectal Cancer Prevention.â Gastroenterology, vol. 148, no. 6, May 2015, pp. 1244-1260.e16, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4409470/, 10.1053/j.gastro.2014.12.035. Acessado em 2 de Março de 2021.
- Tjalsma, Harold, et al. âA Bacterial DriverâPassenger Model for Colorectal Cancer: Beyond the Usual Suspects.â Nature Reviews Microbiology, vol. 10, no. 8, 25 June 2012, pp. 575â582, pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22728587/, 10.1038/nrmicro2819. Acessado em 2 de Março de 2021.
- Uronis, Joshua M., et al. âModulation of the Intestinal Microbiota Alters Colitis-Associated Colorectal Cancer Susceptibility.â PLoS ONE, vol. 4, no. 6, 24 June 2009, p. e6026, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2696084/, 10.1371/journal.pone.0006026. Acessado em 2 de Março de 2021.
- Xiao, Qian, et al. âPrediagnosis Sleep Duration, Napping, and Mortality among Colorectal Cancer Survivors in a Large US Cohort.â Sleep, vol. 40, no. 4, 9 Feb. 2017, www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5806565/, 10.1093/sleep/zsx010. Acessado em 2 de Março de 2021.
AVISO: estas declaraçÔes não foram avaliadas pela Food and Drug Administration (FDA). Estes produtos não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença.